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Com o passar dos anos, como novas raças de pêlo frisado têm se desenvolvido, o termo “Rex” é geralmente usado para se referir a alguma raça que tem uma mutação de pêlo, daí, um “Rex Gato”. Embora o Sphynx não seja considerado um Rex, deve ser mencionado aqui que isto é uma evidente mutação ao pêlo, ocorrendo assim nenhum pêlo, mas também devido ao seu relacionamento com outro Gato Rex, o Devon Rex. O Sphynx e o Devon Rex geneticamente se relacionam um para o outro. Quando cruzados entre sí, mais ou menos, gatinhos indistintos nascerão nus. Um Cornish e Sphynx e outro Rex darão gatos peludos. Mesmo um Sphynx e outra raça de pouco pêlo (escassos) darão gatos peludos, pois outras raças de pouco pêlo são geneticamente gatos peludos, mas fenotipamente carecas. Daí, tem ocorrido outras mutações de gatos pêlos escassos que não são conhecidas pelo público em geral, nem desenvolvidas na raça, entretanto, estiveram completamente dominantes. Assim estes gatos de pouco pêlo poderiam ter produzido filhotes pelados, simplesmente porque seus traços dominantes anularam outro traço qualquer. O Don pêlo curto e Peterbald são fenotipamente pelados, entretanto esta nudez é incompleta ou têm expressões variáveis, daí esta nudez varia entre coberta completamente (e em partes) frisada para cobrir o calvo.
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Por Anthony Nichols
http://www.laperncats.com/LPSArex.html
Gatil Quincunx
Londres |
MAINE WAVES - POR DAVID BRINICOMBE
A pelagem de um MaineWave é como Aldebarano (foto abaixo): Ondulada (frisada), ao invés de cacheada. Os pêlos são muito macios e quentes ao toque. Desde que esta foto foi tirada, ele tem crescido com uma gola de pêlo, exceto seu rabo, não tem mudado muito. Aldebarano é apaixonatemente um simpático gato. Ele divide um quarto com seu irmão castrado, Betelgeuse e seu filho Regulus, e os três exigem que você os abrace imediatamente quando entra no quarto.
MaineWave não é uma nova raça, mas é apenas um apelido carinhoso dado por mim, David Brinicombe* para alguns poucos “MaineCoons Rex” que tem restado como resultado de meu “Programa de Eliminação Rex”. De fato, eles não puderam formar uma nova raça como um MaineCoon 100% em seu Pedigree, mas poderiam ser ao menos, considerados como uma nova variedade dentro da raça MaineCoon.
A descoberta do Maine Coon Rex
No final dos anos 80, na direção de alguma linha, reproduzindo com uma boa linha de Silvers, o MaineCoon Rex fez seu aparecimento na Grã-Bretanha. Surgiu em outras linhas também, demonstrando ser, desde então, manuseáveis em seus genes recessivos. A reação inicial foi um horror no aparecimento de estranhos gatinhos. As pessoas perguntavam: De onde vieram estes filhotes? São frutos de um outcrossed deliberado ou acidental? O cenário logo foi se estabelecendo para controvérsias.
Em sua descoberta original, teste foram recomendados. Testes de acasalamento foram realizados, introduzindo Devon e Cornish Rex na linhagem. Considerando o que esteve para acontecer depois, inicialmente a iniciativa para este tipo de experiência foi um ato de coragem! Há sempre muita resistência para o cruzamento entre genealogia de raças diferentes, e com MaineCoons outcrossed (sem consangüinidade), pouco provável, pois a cultura rigorosa acerca do método Outcross limita cruzamentos consangüíneos, o que dirá entre raças diferentes. O resultado destes limitados testes envolvendo raças diferentes em acasalamentos foi negativo para inconclusivos, mas eles indicaram perfeitamente que MaineCoon Rex não foi um resultado de um outcross recente.
Analises de genealogia e outras pesquisas apontaram para 3 gatos que tinham sido importados para a Grã-Bretanha, mas estes foram evidências circunstanciais, apenas baseados em gatos que apareceram mais freqüentemente em genealogias de Rex. Gatos chave (suspeitos de serem portadores do gene Rex) foram mortos, castrados ou indisponibilizados para os testes e ninguém fora da Grã-Bretanha tinha visão para relatar qualquer exemplar portador do gene Rex. O molde de herança do gene Rex foi claramente recessivo ao invés de dominante, o que se torna mais “difícil” do que “certo” acerca dos caminhos da herança hereditária para este novo gene.
Uma experiência que jamais havia sido feita antes foi realizada, essencialmente para ser obter mais certeza do que geneticamente envolve um gene Rex para se duplicar outro Rex. É necessário ainda verificar se um único gene recessivo esteve envolvido no processo da mutação Rex. Isto muitas vezes é considerado, mas incerto, pois o surgimento de MaineCoons Rexed variam amplamente, abrangendo com força o pêlo enroscado para quase pêlo reto, indicando que há mais de um único gene envolvido. Entretanto, particularmente tenho uma teoria que pode explicar o quanto atribui um Rex para um gene básico recessivo, mas minha teoria está relacionada a uma característica essencial do MaineCoon.
O atraso de Roy Robinson (especialista britânico em genética felina) em dar um parecer sobre a descoberta foi extremamente útil. Ele normalmente trata estas questões sobre genética felina, e sugeriu que o gene Rex pode ser uma conseqüência de um gene dominante incompleto, assim como a existência de várias possíveis outras anomalias traçadas em uma genealogia. Ou seja, onde o problema começou. Havia alguns prováveis caminhos hereditários acerca de cada um dos gatos portadores do tal gene para resultarem em “rex deliberado”. Teorias sobre as origens selvagens começaram a surgir de repente.
Uma decisiva conclusão tinha que ser tomada acerca do novo acontecimento de Coonies portadores do gene Rex. Sido a descoberta feita, surgiram algumas dúvidas:
1 - Torná-la pública?
2 - Dividí-la entre os Criadores envolvidos ou
3 - Mantê-la em confidencial?
A primeira opção (Opção 1): Ir a público, naquele momento, parecia ser a idéia mais sensata e científica. O único problema é que muitos criadores felinos não são nada sensatos ou científicos. Metade deles entendeu ou totalmente desentendeu que princípios genéticos são usados para desprezar outros criadores de gatos ou para promovê-los. A simples matemática de dividir por dois não é apreciada e qualquer gato com qualquer suposta carga em seus Pedigrees são marcados abaixo como carga deles próprios, ainda que este fator seja de baixo risco, mas ainda possa ser aceitável. O Pânico de Criadores acerca de seus estoques de reprodução, declaram “como impróprios” para que ninguém espere por estes filhotes. Considero esta atitude como “pressão” para não dizer “devastação” referente à nova descoberta do gene Rex.
A segunda opção (Opção 2): Dizer apenas aos criadores que podem ter animais portadores. O problema é que isto poderia ser visto de forma negativa e como uma objeção a ser superada em meio a um pânico total. Exceto algumas pessoas tinham a informação correta sobre a descoberta e isto seria muito difícil para ser repassado de maneira coerente e sensata aos outros Criadores, a partir do momento em que a descoberta do gene Rex se torna conhecida, eles não poderiam não entendê-la corretamente em suas concepções. Esta opção, de acordo com a arte nobre britânica do “meio-termo”, tem manchado esta estória por causa de colunistas prematuros presentes da nossa realidade. A maior parte dos conflitos do mundo moderno, tem dedo (opinião) de um ou de outro sensacionalista britânico da mídia infiltrado no meio da criação (mídia impressa principalmente) e não abro mão desta idéia como sendo a mais sensata das opções. Há uma opção pior que esta – veja abaixo.
A terceira opção (Opção 3): Manter tudo em sigilo, seria ainda a pior opção. À primeira vista, parece pragmático. “O que o olho não vê, o coração não sente”. É pragmático até que você envolve criadores felinos e seus boatos. Com esta opção, a combinação de ignorância com invenção é mais improdutiva ainda e, no caso, meu conhecimento seria comparado ao antepassado do maior lunático, reproduzindo teorias que foram inventadas.
Há uma quarta opção (Opção 4): Prever o dilema da hereditariedade antes de tudo para qualquer uma das três primeiras opções, mais isto deve ser captado desde o inicio. A Opção 4 seria útil para declarar um novo gene, um problema menor e aceitável em um nível de incidência menor. Esta opção desarma o mais venenoso criador de problemas e, todo mundo poderia ter o gene. De qualquer modo, entretanto ninguém se importou em prever a hereditariedade na época com medo ou receio de que gatos portadores pudessem ser desprezados, injustiçados por carregarem o gene Rex, motivo de preconceito por estórias inventadas.
Outro fato prejudicial para a descoberta do gene Rex foi uma acusação que um Criador iniciante gerou “de propósito” ou “sem querer” (não sei o que foi pior!) o cruzamento do MaineCoon com Cornish Rex. Isto também supõe que criadores envolvidos na descoberta tenham falsificado Pedigrees. Mesmo que o gene Rex tenha surgido de testes de acasalamentos, os resultados para uma possível ligação envolvendo a raça Cornish fracassaram e foi provado cientificamente que o gene Rex com o Maine Coon nada têm a ver com esta ou outra raça de pêlos enrolados ou algo relacionado a um outcross que tenha sido feito na época. Este foi o inconveniente que um certo Criador iniciante gerou, por ser leigo e desatualizado das verdadeiras informações que causam a mutação do gene Rex. Hoje ele seguramente poderia ser caluniado por tamanho inconveniente.
É, no entanto, impossível eliminar completamente um rumor como este, onde podemos imaginar a polêmica que as pessoas criam acerca dos resultados que um gene recessivo possa provocar, ainda que menos prejudiciais. Eu não estou suprimindo informações aqui por não listar alguns humildes pares genéticos, mas se alguém realmente tem mais intenções de causar mais danos sobre o assunto para denegrir novamente a descoberta do gene Rex, obviamente esta pessoa seria capaz de dizer qualquer coisa para detonar a teoria do gene Rex em sua malícia, assim como hackers se utilizam suas próprias malícias para criar vírus para computador de escritores, por exemplo.
Mas, imagine agora a vitória das teorias de conspiração quando um Maine Coon, ironicamente por se chamar “Cornish Cream” mais tarde comprovou ser portador do gene Rex!
Eu disse que tinha a resposta para a descoberta do gene? Não! Mas espero poder construir um argumento convincente aqui de como não fazer isto, pois considero como a pior de todas as opções descritas acima como a Opção 3 seguida depois de um intervalo conveniente pela Opção 1. Oh, que divertido, se você for um criador pode não querer se envolver com esta experiência!
Primeiramente, fiquei envolvido com a descoberta em 1993, quando adquiri uma enorme rainha (gata reprodutora) juntamente com 8 filhotes vindos de outro Criador. Eu não sabia, naquele estágio, que o pai da ninhada, um Maine Coon macho chamado de “Cornish Cream”, era um gato portador do gene Rex, e se alguém soubesse, não estariam dizendo. (A Opção 1 teve mais influência nestes momentos).
Fatos estiveram vazando rapidamente e circulando por aí afora. Eu tinha ouvido alguma informação sobre as possibilidades do gene Rex para Maine Coons naquela época, e estive confuso por desinformações conflitantes quando então, decidi tomar minhas próprias decisões. Minha nova ninhada estava indo bem com 2 meninos (em particular que estavam encantando meus olhos) e uma menina, uma encantadora Silver de tons pálidos (e eu não imaginava que MaineCoons pudessem ser tão pálidos). Estudei o Pedigree por muito tempo e, com muito empenho, concluí que qualquer gato que eu tivesse notícias, esteve associado com o gene Rex, pois certamente gatos de pêlos longos, em algum momento, ao longo caminho do desenvolvimento desde os primórdios da raça, possivelmente estiveram, então, na minha concepção o risco acerca da descoberta do gene Rex para nossa raça era muito pequena. Então, fiquei com os filhotes macho de patinhas brancas e a fêmea Silver, pois em seguida, vendi “Cornie”, o gato pai dos filhotes.
Na época, eu não fiz nenhum segredo do fato que eu havia selecionado estes 3 para reprodução (com a suposição que eles tinham um nível baixo de risco para o gene). O “cacarejar” de línguas naquele estágio continuava acerca das possibilidades do gene Rex para a raça Maine Coon e ainda por cima, sem nenhuma comprovação ou uma melhor avaliação sobre o gene Rex e isto seria um problema desastroso.. Ninguém veio até mim para me aconselhar “que eu não deveria usar nenhum daqueles gatinhos”, mas mesmo assim, me mantive solicitando informações. Um rumor veio à tona de que “Cornie” (o gato vendido, pai de meus filhotes) poderia ter paternidade reconhecida de 2 filhotes Rexed com uma rainha sem nome, mas isto foi apenas um rumor e qualquer informação confiável suficiente para tomar atitude estava distante. Com observação no passado, tudo isto que eu soube, simplesmente não vai ser confirmado hoje pelos responsáveis, que ainda permanecem sem confirmar absolutamente nada.
Então, “o machado cortou a lenha”. Um certo rumor específico de um comerciante de gatos, o qual pessoalmente não conhecia, veio alegremente com as notícias que Cornie foi um portador, e com ele, os outros 2 filhotes Rexed de paternidade reconhecida. Eu verifiquei esta informação novamente com alguém que muito confiava e esta pessoa me disse que realmente o comerciante sabia coisas a mais sobre o assunto. Eu não tinha entregado o outro filhote ainda, embora já tivesse sacado o cheque pela venda do mesmo. Então, devido a isto, cancelei a venda e devolvi o dinheiro.
Agora eu estava na incerteza. Cornie tinha sido vendido e o fofoqueiro me disse que ele havia sido castrado. Eu segui a pista do novo dono e o defendi para sua integridade, mas por fim, o novo proprietário realmente havia castrado Cornie. Eu conversei sobre o gene da descoberta com o novo proprietário e pude perceber que eles estavam realmente angustiados por terem descobertos que sua nova aquisição era um Rex portador. Cornie tem paternidade reconhecida em um numero de campeões TopShow em sua linhagem e até hoje, quando penso nele, me sinto angustiado e arrependido por ter vendido um gato da estatura dele, em minha criação. Sem falar que também acabou em choro a perda daquele outro negócio. (a venda do filhote).
Pretendo falar da história do MaineCoon Rexed, mas no contexto de (não) lidar com genes indesejáveis. Mais do que evasiva, a experiência poderia ser repetida e infelizmente tem sido repetida, assim como outras anomalias genéticas, faltas, defeitos, não importa o que são ou sejam chamados. O mais importante é como você os identifica e como os avalia. Refira-se ao livro de Roy Robinson e ele dá dois “aceitáveis” níveis para anormalidades genéticas: 5% para algumas anomalias pouco sérias e 1% para outras mais severas. Eu tinha suposto que uma pelagem frisada era uma chateação que seria melhor não trabalhar para melhorar, porém inconveniente o suficiente para a maioria, se encaixando para eliminação de características indesejáveis dentro dos 1%.
Roy Robinson foi um sacerdote da alta genética felina e eu adoro o bom senso em seu livro. Enquanto está aberto, permita-me fazer uma citação: “Exemplos são conhecidos [...] onde muita admiração ampla por animais usados, subseqüentemente tem sido encontrados para serem portadores de uma anomalia recessiva.. “Enterre a reprodução”, no nariz! [...] No final das contas, trará o gene para o interior da raça, sendo imprudente as mesma anomalias. “Criadores repentinamente podem se sentir confrontados consigo próprios” com problemas idênticos de preservação da raça e, ao mesmo tempo, de eliminação de genes que causam as anomalias”. Profecia de fato!
Na Grã-Bretanha, isto é visto como tipos de Criadores que não leram Roy Robinson. Bases de uma ou duas explicações de mortes prematuras, pois o “gene Rex” foi declarado como um gene causador de danos e a “mensagem de substância nutritiva” foi pressionada para que o gene chegasse ao refrigerador. (estudos mais aprofundados de pesquisa).
Por fim, tendo sido escolhida, portanto a Opção 3, suficientemente por muito tempo para que o rumor circulasse, uma tal “lista desconhecida” foi publicada, citando uma relação de gatos portadores registrados. Conseqüentemente, os efeitos da Opção 1 foram envocados, pois tudo veio a público e Criadores com alguma relação daquelas linhas em seus Pedigrees foram alvos de críticas e repercussões, tendo seus gatos desprezados pelo público. Muitos deram além do que dispunham para continuarem tendo um hobby feliz na criação. Outros importaram estoques Rex “livremente”. A reputação do MaineCoon britânico original foi induzida a ser a mais fraca de todos os tempos. O rumor tinha corrido de um lado para o outro, explodindo como chamas no Reino Unido.
Ao mesmo tempo, em 1994, foi decido castrar todos os portadores machos conhecidos, mas apenas para restringir fêmeas portadoras. Todos os outros gatos estiveram livres para procriarem. Havia sido feito uma exceção: Machos desconhecidos ou não-portadores poderiam ser mantidos inteiros para o acasalamento.
Eu decidi testar acasalando o filho de Cornie, o gatinho de patas brancas, agora um magnífico imaculado Silver Tabby que poderia vir a se tornar um Grande Campeão. Eu não precisei testá-lo, mas isto foi visto por mim como uma coisa responsável de se fazer. Ele provou ser um portador e eu parei de usá-lo, exceto para testes de acasalamento. Isto também deu evidências finais para provar que Cornie foi, de fato um portador do gene.
Enquanto isso, o Clube anunciava que filhotes Rexed não nasceriam mais. Conquistamos um problema? Espere um pouco... Quantos machos portadores estão em uso agora? Quantas fêmeas? As respostas são: quase nenhum macho e bastante fêmeas, respectivamente, visto é necessário dois portadores do gene para fazer um gato Rex. Assim, se todas as influências genéticas de condução têm sido eliminadas, nenhum filhote Rexed nascerá para carregar fêmeas.
Há estimativas de que 10% de machos portadores se destacarão muito mais rapidamente que fêmeas portadoras. Isto é por causa “das influências” serem muito mais evidentes nos parceiros do que em fêmeas, pois fêmeas têm cerca de 6 a 8 acasalamentos em toda sua vida útil, geralmente menos vezes do que os machos podem acasalar para conseguir mesmas influências para o gene. Portanto, uma influência para qualquer gene conhecido poderia ser feita em apenas um mês (em apenas 1 único acasalamento) com o trabalho do melhor macho de uma só vez, e na maioria das vezes, com diferentes fêmeas, ao invés de esperarmos por até 6 anos utilizando fêmeas.
Analisando os fatos, é realmente improvável que uma fêmea vá mesmo encontrar um portador aleatoriamente, enquanto um macho que contém as influências do gene é mais provável para acasalar com uma ou mais fêmeas portadoras, então machos portadores são mais prováveis de serem encontrados e, conseqüentemente eliminados.
A política de eliminar o macho portador não faz nada para limitar qualquer fêmea portadora, evitando suas transmissões de seus genes Rex. Mas, certamente a proporção de portadores se dividiu em cada geração. Sim, porém se mais do que 2 filhotes por tempo de vida forem usados para reprodução, e o número total de portadores encobertos subir além da média a cada geração, eles finalmente ressurgirão e causarão um novo Rex pânico no futuro.
Se você for contra o teste de acasalamento, a última chance para descobrir algum novo portador é virtualmente nenhuma, e qualquer gene recessivo está entre nós para ficar.
Como poderia ser a alternativa da política de eliminação então? Se você está feliz por conviver com o gene Rex, siga os princípios e tolere o ocasional filhote portador. Em seu cume, em mais ou menos 1% de gatinhos que nascem, filhotes Rexed estiveram em número bem maior pelo subdesenvolvimento (desprezados) e em meio a filhotes com piores anomalias (resultado das experiências com o gene). Creio que tenho apresentado que Rex é um traço afável que não faz diferença a um gato doméstico do mesmo jeito que outros pêlo curto ou raças Rex.
Permitir ocasional ou proporcionalmente o nascimento de filhotes Rexed significa também permitir que estes sejam rastreados, a fim de se evitar Rex dentro da raça. A opção preferencial estaria em proibir os testes de acasalamento, com o intuito de efetivar uma política séria e mais garantida para estudar melhor este tipo de reprodução Rex, ainda pouco estudada durante todos estes anos.
Lembra da Opção 4 proposta acima? Aceitando o gene e decidindo viver com ele? Se criadores tivessem decidido com a política de alguns anos atrás, bastante de aspereza e hostilidade poderiam ter sido evitadas. A Criação de MaineCoons poderia ter sido um hobby mais agradável para todos e nós não teríamos perdido uma linha de Silvers Shaded de primeira classe.
Infelizmente, ainda estamos longe demais para implementar a Opção 4, mas poderia ter acontecido. A ironia final que tenho ouvido que foi a de que o MaineCoon Rex tem sido mostrado pelo Continente e tem certificado premiado. Que maravilhosa e saudável atitude para a curiosidade genética e que contraste amargo para nossas prejudiciais atitudes aqui na Grã-Bretanha. |